por Fernando Duarte / Guilherme Ferreira
Foto: Tiago Dias / Bahia Notícias O governo federal exige que as administrações estaduais ofereçam contrapartidas para renegociar as dívidas com a União. Entre as compensações está a adoção de medidas para o controle dos gastos públicos. Mas o governo baiano quer fugir da estratégia de congelamento por 20 anos que será colocada em prática no Palácio do Planalto. Em entrevista ao Bahia Notícias, o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, revelou que o governador Rui Costa procura unir outros governadores da região Nordeste para apresentar um modelo que contenha as despesas, mas também permita investimentos. "Nós achamos que, mais que uma agenda para frear o gasto público, nós precisamos de uma agenda que freie o gasto público e vise o desenvolvimento, que possa contribuir para o crescimento", explicou. A segunda contrapartida que o governo federal demanda está ligada à previdência social. Vitório reconhece que este "sem dúvida nenhuma, é o maior problema no estado hoje" e critica administrações anteriores por isso. "A legislação, que é federal, também era também muito frouxa, muito frágil, sempre dando muito benefício, sabendo que a bomba só ia estourar 20 anos depois. E os 20 anos aconteceram, nós estamos vivendo eles", analisa. Clique aqui e confira a entrevista completa com o secretário.
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